Citado em processo, deputado Enivaldo dos Anjos é procurado há 3 anos pela justiça. Entenda

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Deputado alega equívoco
 Fernando Pereira
 O deputado Enivaldo dos Anjos (PSD) tem residência e trabalho fixos, mas a 3ª Vara da Fazenda Pública de Vitória informa que desde 2012 não consegue localizá-lo para formalizar sua citação no processo 0029166-02.2006.8.08.0024. O parlamentar reitera ter interesse em ser citado, tendo em vista que outra decisão judicial já teria pacificado que seu nome sequer constasse na referida ação civil pública de improbidade administrativa.
A ação de improbidade foi cadastrada em outubro de 2006 a pedido da própria Assembleia Legislativa. Em fevereiro de 2012 os doze volumes do processo chegaram a 3ª Vara da Fazenda Pública de Vitória. Em maio de 2013 um despacho pediu atualização do endereço de Enivaldo. Em abril de 2014 nova solicitação no mesmo sentido. Em junho do mesmo ano o endereço foi atualizado, mas no dia 15 de outubro de 2014 o atual deputado continuava entre os não citados.
Enivaldo diz aguardar citação
O Tribunal de Justiça informa que o processo está em fase de citação (inicial), e que não é possível precisar o número de tentativas de citações feitas ao deputado estadual. “Tenho residência fixa, trabalho fixo. Não posso é procurar a Justiça para ser citado. Na hora que for citado vou apresentar defesa. Já fui absolvido na ação principal desse caso pelo Supremo Tribunal de Justiça”, disse o deputado, garantindo apresentar cópia da decisão em mãos na próxima segunda (06).
Deputado alega equívoco
A ação que tramita na 3ª Vara da Fazenda Pública de Vitória se refere a contas de um ex-secretário de educação. O grupo de conselheiros que julgou tais contas é incluído na investigação de superfaturamento na construção de ginásios esportivos em Escolas Estaduais, entre outras acusações. De acordo com Enivaldo, seu nome foi equivocadamente colocado entre os julgadores das referidas contas.
“Como eu participaria de contas julgadas em 1998 se eu só cheguei ao Tribunal em 2000?”, questiona ele, que se aposentou como Conselheiro em março de 2010. Além disso, o parlamentar garante que um processo anterior ao motivado pela Assembleia (movido pelo Ministério Público Federal e já com decisão no Supremo Tribunal Federal) teria percebido tal equivoco temporal e retirado seu nome dos autos.
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