Idoso é espancado após briga por causa de cão no ES

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CARRINHO-MALUCO
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Aposentado de 77 anos ficou com sequelas após ser agredido, na frente de casa, por rapaz que se negou a recolher as fezes de seu cachorro

Um idoso de 77 anos foi agredido, em frente a sua casa, por um homem de 30 anos, após pedir que ele recolhesse as fezes de seu cachorro.

Segundo a filha do aposentado, a secretária Elisabete Silva Queiroz, de 44 anos, o episódio ocorreu no dia 28 de fevereiro, no bairro Vila Nova, em Vila Velha.

A secretária explicou que o pai, o aposentado Manoel Geraldo Queiroz Moreira, estava limpando uma área em frente a sua casa em companhia do neto de 9 anos, quando viu o agressor passeando com o filho e um cachorro.

“Meu pai viu quando o cachorro fez sujeira em frente ao portão da casa dele e pediu para o dono do animal recolher as fezes, mas o rapaz se recusou”, explicou Elisabete, dando mais detalhes.

“O rapaz respondeu falando que não iria recolher nada, e meu pai pediu para o meu filho ir para dentro de casa pegar uma sacola para que o homem recolhesse as fezes”, disse.

Nesse momento, de acordo com Elisabete, o agressor iniciou uma discussão com Manoel, desferiu um soco no rosto e um empurrão.

“Minha mãe escutou os gritos da discussão e correu para ver o que estava acontecendo e encontrou meu pai já no chão com a cabeça cheia de sangue. Isso foi um ato covarde”, contou.

A filha disse que o pai foi atendido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado para o Hospital São Lucas, em Vitória, onde ficou internado por quatro dias e teve a constatação de um traumatismo intracraniano por conta da agressão.

“Agora, graças a Deus, ele está em casa, mas completamente diferente do que era antes. Meu pai era ativo, e agora precisa de ajuda para tudo”, disse Elisabete, ainda revoltada com o caso.

Além do traumatismo intracraniano, no último sábado (10), após reclamar de dores na cabeça, o aposentado foi novamente internado e diagnosticado com coágulo no cérebro.

A filha explicou que foi feito boletim de ocorrência e o exame de corpo delito. O nome do suspeito, porém, não está sendo divulgado porque a polícia ainda investiga o caso.

“Isso é revoltante para a nossa família. A gente não consegue aceitar que ele continue solto. Fomos até a casa da ex-sogra dele e no antigo trabalho que ele pediu demissão, mas até agora nada”, disse Elisabete.

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