PM da reserva morto a tiros no ES trabalhava no gabinete do deputado Capitão Assumção

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Por G1 ES

O policial militar da reserva Mário André Morandi, de 42 anos, que foi assassinado a tiros dentro de uma padaria em Vila Velha, na Grande Vitória, era funcionário do gabinete do deputado estadual Capitão Assumção (PSL), além de atuar como advogado.

De acordo com informações do Portal da Transparência da Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales), Morandi passou a trabalhar no gabinete de Assumção em fevereiro do ano passado, onde exercia a função de técnico júnior.

A assessoria de Assumção confirmou o fato, mas até o momento o deputado estadual não se manifestou sobre o assunto.

Segundo a polícia, Mário André Morandi estava dentro de uma padaria na Rua Deolindo Perim, no bairro Itapoã, por volta das 17h30 desta terça-feira (7), quando dois homens saíram de dentro de um carro, atiraram contra ele e fugiram.

O corpo de Mário foi levado para o Departamento Médico Legal (DML) de Vitória. Funcionárias da padaria tiveram que retirar os estilhaços de vidros que foram quebrados pelos tiros. Na manhã desta quarta (8), as marcas do crime ainda podem ser vistas no local.

Assassinos de PM da reserva saíram do carro e atiraram dentro da padaria

Assassinos de PM da reserva saíram do carro e atiraram dentro da padaria

Logo depois do crime, a Polícia Civil recebeu a informação de que um carro foi encontrado queimado na Rodovia Leste Oeste, que liga os municípios de Cariacica e Vila Velha.

Por meio do número da placa, os policiais confirmaram que o veículo era o mesmo utilizado pelos assassinos do PM.

Até o momento, nenhum suspeito foi preso. Não há informações sobre a motivação do crime. A Polícia Civil informou que o caso segue sob investigação da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Vila Velha, que iniciou diligências logo após o fato.

Mário André Morandi, 42, era PM da reserva, atuava como advogado e trabalhava no gabinete de Capitão Assumção  — Foto: Reprodução/TV Gazeta

Mário André Morandi, 42, era PM da reserva, atuava como advogado e trabalhava no gabinete de Capitão Assumção — Foto: Reprodução/TV Gazeta