Bêbado cai na vala e é sepultado vivo! VEJA OUTROS CASOS

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8iu29dxi32_5tfkwnqraz_file“Amigos” enterraram homem, que ficou quatro dias debaixo da terra. Bebeu urina para sobreviver

Um sujeito que permaneceu por quatro dias dentro de um túmulo foi resgatado e se encontra hospitalizado. O quadro é estável. O caso sinistro ocorreu na aldeia Chaotun, no distrito de Nantou, em Taiwan, e o protagonista, de sobrenome Chien, não se lembra exatamente como acabou “sepultado”. Breaco, ele disse que pôde ter caído bêbado ou que talvez alguns amigos o atiraram como forma de brincadeira — que amigões! Quatro dias após Chien ter caído na vala, alguns visitantes do cemitério ouviram alguns ruídos e chamaram o resgate.

Os homens dos bombeiros encontraram o homem dentro da sepultura. A fossa não estava tapada com terra, mas sim com uma pesada prancha de madeira que o homem não conseguiu levantar quando despertou.

No interior, Chien sofreu ferimentos e picadas de insetos e sobreviveu graças a uma sacola de plástico com a qual conseguiu coletar a própria urina e bebê-la, segundo a polícia

O incidente deixou atônita a sociedade taiwanesa, e a polícia investiga como o homem chegou à fossa e ficou fechado no túmulo, que já tinha sido usado, mas estava aberto como parte de operações de limpeza do cemitério

 

    • O pessoal que foi dar o seu último adeus a Hamdi Hafez al-Nubi, de 28 anos, dado como morto após uma parada cardíaca, ficou sem saber o que fazer quando uma médica presente na cerimônia descobriu que o cadáver não estava, de fato, morto.A tal da médica notou que o corpo de al-Nubi não estava nem tão frio nem tão rijo quanto seria normal para alguém morto há certo tempo. Rapidamente, ela checou os sinais vitais de a-Nubi e, para o choque de todos, confirmou que ele ainda estava vivo. Al-Nubi recobrou a consciência depois que a médica executou os procedimentos básicos de primeiros-socorros

Uma colombiana que havia sido declarada morta por ataque cardíaco mexeu seu braço enquanto um funcionário da funerária começava a embalsamar o seu corpo. Noelia Serna, de 45 anos, tinha esclerose múltipla e foi levada para o Hospital Universitário de Cali, por causa de um ataque cardíaco. Ele teve outro ataque e, desta vez, os médicos não conseguiram ressuscitá-la. Serna foi declarada morta.

Duas horas depois, Jaime Aullon, funcionário da funerária estava preparando o corpo da mulher para o enterro quando notou que ela se mexia. Segundo o neurocirurgião Juan Mendoza Vega, do Conselho Nacional de Ética Médica da Colômbia, esse caso é muito raro, mas pode acontecer da frequência cardíaca de um paciente cair a um nível imperceptível, o que não quer dizer que ela tenha voltado da morte.

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Li Xiufeng, de 95 anos, foi encontrada imóvel e sem respiração em cima de sua cama por uma vizinha. Todos acharam que a idosa tinha morrido.

Chen Qingwang, a vizinha que achou Li Xiufeng, contou que ficou assustada. Segundo a tradição local, o defunto é velado por alguns dias antes de ser enterrado. No sexto dia, Chen chegou ao local onde o velório da chinesa acontecia e achou o caixão vazio.

– Nós ficamos aterrorizados! Os vizinhos quase tiveram um treco quando encontraram a senhora Li cozinhando em sua própria casa. Ela disse que estava com muita fome após dormir muito.

– Eu empurrei a tampa [do caixão] muito tempo até conseguir sair.

Li foi levada até um hospital local, onde descobriram que ela sofreu de uma “morte artificial”, em que a pessoa para de respirar por algum tempo, mas seu corpo permanece funcionando.

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O pedreiro paranaense Ademir Jorge Gonçalves, de 59 anos, chocou, espantou e fez desmaiar parte de sua família ao surgir, vivíssimo, na cerimônia de enterro de seu corpo.

O funeral do pedreiro ocorria no dia de Finados, na cidade de Santo Antonio da Platina (PR). O que seus familiares não sabiam é que Gonçalves tinha passado a noite num posto de gasolina, tomando muita cachaça com amigos e amigas.O porre foi tão grande que Gonçalves acabou dormindo na cabine do caminhão. E, como a festa continuou pelo dia, o pedreiro decidiu ficar mais um tempo com a turma do caminhão.

Enquanto a família não tinha notícia do homem, um parente foi até o IML local verificar se tinha acontecido alguma coisa com Gonçalves. Viram então um corpo desfigurado. Como era de um homem com a mesma estatura do pedreiro e usando roupas parecidas com as que ele costumava se vestir, acharam que fosse o próprio Gonçalves.

Gonçalves ficou sabendo que seu funeral ocorreria naquele dia de Finados pela manhã. Assustado, correu até o cemitério da cidade e chegou bem na hora em que o corpo que seus parentes achavam ser o dele era sepultado

Foto: Divulgação (Nantou County Fire Department)