Conheça um pouco da história do delegado francisquense Dr° Rodrigo da Silveira

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Há mais ou menos oito anos saia, do município de Barra de São Francisco em direção a grande Vitória, um jovem garoto cheio de sonhos e determinações na vida, em busca de suas realizações.

No decorrer desse percurso, várias foram as dificuldades enfrentadas, para que ele pudesse ter suas aspirações concretizadas, afinal ele não havia nascido em berço de ouro, pois era filho de um rádio técnico e de uma manicure.

Dentre os sacrifícios que ele teve que suportar nesse trajeto, o mais difícil, entre eles, foi ter que abdicar do conforto materno e paterno, para se dedicar horas e horas em cima de livros.

Nessa caminhada, algumas pessoas tiveram a oportunidade de colocá-lo para baixo, com frases de que ele não ia conseguir, de que ele não ia atingir seus ideais, uma vez que várias outras pessoas tinham aquele mesmo discurso, mas poucos conseguiam realiza-lo.

Não obstante, tudo que os outros falavam, ele se agarrou em outros poucos que acreditavam em seu potencial, afinal ele tinha sede de vencer, de ser aquilo que sempre sonhou, dando orgulho assim àqueles que sempre estiveram ao seu lado.

Após sua vitória, aqueles mesmos que diziam que ele não ia conseguir, mudaram sua versão e agora dizem que sempre viam potencial nele. Pois bem amigos, agora todos querem ser o pai do sucesso, agora todos querem ser amigo, daquele que eles tanto criticavam.

Termino essas breves palavras citando os escritos do jornalista e escritor Eduardo Galeano, no qual lhe foi perguntado para que servia a UTOPIA, uma vez que ela nunca poderia ser concretizada, tendo o sábio escritor dizendo que:

“A utopia está lá no horizonte. Aproximo-me dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a UTOPIA? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar”.

Um grande abraço a todos de um rapaz que saiu como garçom de sua cidade natal, e após muitas batalhas volta já como homem formado e delegado de polícia adjunto na delegacia polícia civil de Barra de São Francisco.

Sabias palavras do delegado adjunto de Barra de São Francisco Dr° Rodrigo da Silveira.

TEXTO/RONAN GAVA/FOTO RICARDO MADUREIRA