Mulher mente em depoimento, mas, depois confessa que matou “caso” com mais de 25 facadas; veja vídeo

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Uma história digna dos contos policiais se não fosse o primoroso trabalho de investigação da Polícia Civil de Linhares. Mônica Gomes da Silva, de 42 anos, contou uma história fantasiosa para os investigadores da Polícia para justificar a morte de Leidimar Catarino, de 21 anos, o Lei, registrada na madrugada do último sábado (24) no Residencial Jocafe, no bairro Santa Cruz. A suspeita tentou usar o filho, menor de idade, como álibe da sua versão, mas a criança caiu em contradição e entregou a própria mãe.
De acordo com ela, após escutar tiros a vítima pediu socorro em sua casa e foi morto no quintal. Tudo mentira. Foi Mônica que matou o suposto “caso” após um dia regado a muita bebida com mais de 25 facadas. Segundo informações do titular da Delegacia de Crimes Contra a Vida (DCCV), André Jaretta, a suspeita confessou ter matado Lei após um desentendimento depois de passarem o dia ingerindo bebidas alcoólicas. “Acreditamos que a vítima cochilou e ela se aproveitou do momento para matá-lo”, disse. O casal bebeu durante a tarde e só foi parar às 19 horas.
Jaretta também revelou que a perícia apontou que o corpo da vítima estava com rigidez cadavérica, isto é, já teria sido morto há cerca de cinco horas antes da Polícia Militar ter sido acionada ao local. “Este foi o tempo que ela teve de criar toda esta história para contar à Polícia”, reforçou. O corpo de Lei não apresentou nenhuma perfuração de bala. O delegado disse ainda que Mônica também é investigada por outro homicídio registrado no bairro Santa Cruz.
Em depoimento, Mônica contou que contou com a ajuda de outras duas pessoas para matar Lei, mas, o delegado não acredita nesta hipótese. A suspeita não quis revelar nenhum nome. Após ser interrogada ela foi levada para o Presídio de Colatina na tarde desta segunda-feira (26). As fotos e vídeo são do Site de Linhares.
Versão Fantasiosa
No primeiro depoimento, Mônica contou que após escutar tiros ouviu Lei chamar na porta da sua casa e quando foi atender foi rendida por quatro homens que a trancaram dentro do quarto com os filhos. Enquanto isso, Lei era morto no quintal da casa. De acordo com ela, os assassinos estavam de moto.