NASCE UMA ESTRELA. DHONE MORAIS LANÇA CD EM SETEMBRO

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Querido por uma legião de fãs em Barra de São Francisco, Água Doce do Norte e região, Dhone Morais está prestes a lançar o seu primeiro CD profissional. O mocinho se mudou – temporariamente – para Belo Horizonte para colocar em prática o grande sonho de se tornar mais uma estrela no meio desta constelação de sertanejos que existem Brasil afora. Mas não foi a única mudança na carreira do cantor: mudou o seu nome artístico – era Jhone Morais e virou Dhone Morais. Também está com visual diferente, mais atual, estilo novo para se consagrar como o novo queridinho do Brasil.

E ninguém melhor para falar desta evolução do que o próprio Dhone Morais. Em entrevista exclusiva concedida ao jornalista Claudio Caterinque, através do site de relacionamento Faceebook, ele conta

como foi sair do interior para tentar uma carreira sólida e de sucesso na capital.

Entrevista concedida no sábado 25 de agosto, às 14 horas através do Facebook.

Claudio Caterinque – Boa tarde Dhone Morais. Quando foi que você percebeu que queria ser cantor?

Dhone Morais – Viiiiiiiiiish Claudio. Canto desde os 12 anos. Tenho 14 anos de noitada e  cantando muito. Mas acredito que não só percebi, como também tive certeza: foi assim que aprendi as primeiras notas no violão. Com 7 anos eu já tocava violão e cantava.

 

Claudio Caterinque – Você não esconde o seu gosto pelo sertanejo. Tem outro estilo musical que você gosta?

Dhone Morais – Realmente não escolhi o sertanejo por acaso. Gosto muito de rock e aprendi tudo que sei diante desse estilo. Mas, com o passar do tempo, fui aprendendo a gostar de outros estilos, assim como o sertanejo. Gosto de tudo quanto é estilo musical (risos). Hoje, tenho o sertanejo como um de meus estilos prediletos.

Claudio Caterinque – Qual é o seu maior ídolo do sertanejo?

Dhone Morais – Com certeza Zezé di Camargo e Eduardo Costa e vários outros.

Claudio Caterinque – É verdade que você vai gravar com Eduardo Costa?

Dhone Morais – Nós músicos e produtores sempre colocamos algumas noticias antes da hora na mídia, porém a mídia assim como faz um papel muito bom que é divulgar, altera algumas coisas. Não foi nada definido ainda. Meus produtores sempre estão em contato com a produção dele, mas devido a correria do cantor é um pouco difícil achar uma data. Já temos algumas participações definidas como Bonde do Forró e a dupla Alam e Alex.

 

Claudio Caterinque – Você mudou uma letra do seu nome. Era Jhone Morais e virou Dhone Morais. Porquê a mudança e o que os seus fãs podem esperar do novo Dhone Morais?

Dhone Morais – Rapaz, essa mudança deu uma repercussão nas minhas redes sociais a qual eu não esperava. Foi apenas uma mudança de letra mais sem perder a minha identidade que todos conhecem. A mudança foi devido a registros e domínio na internet, coisas a qual muitos desconhecem e não entendem. Mas o nome continua. Meus fãs sempre estarão recebendo o que o Dhone Morais sempre fez.

Claudio Caterinque – Você é filho do famoso cantor Nilton Silva, que nos anos 90 fez grande sucesso na região com a dupla Nilton Silva e Falcão. Até quanto que a figura de artista do seu pai influenciou no seu talento e vontade de ser cantor?

Dhone Morais – Rapaz, meu pai sempre influenciou na minha carreira, desde quando vi ele cantar pela primeira vez. Até mesmo antes dele ser esse o sucesso que foi na região. Desde de então ele foi a grande influencia para eu ser o que sou e quem sou hoje.

 

Claudio Caterinque – Assim como você, seu pai é compositor, quantas canções e quais os nomes delas, você e o seu pai já fizeram?

Dhone Morais – (risos). Rapaz, juntar hoje minhas composições com as do meu pai eu tenho que parar pra contar que são muitas. Mas vou te confessar: para compor eu sou bem difícil. Nem sempre estou compondo. Só quando vem algo mesmo na mente. Diferente do meu pai que é um grande compositor. Até por que tem música dele no meu novo trabalho.

Claudio Caterinque – Conte a sua maior vitória e a sua pior derrota?

Dhone Morais – Rapaz; derrota… eu não sei te dizer por que nunca tive. Até por que desde que comecei minha carreira tenho só conquistas. E minhas conquistas é o nome que tenho, o respeito de todos que gostam e curte meu trabalho. De fato meus fãs. Assim digo, apenas conquistas, graças a Deus.

 

Claudio Caterinque – Qual é a história que levou você para Belo Horizonte?

Dhone Morais – O que me trouxe a Belo Horizonte foi a busca de algo ainda melhor para toda minha companhia, que são meus fãs.

 

Claudio Caterinque – Antes de se apresentar com Trio Parada Dura, em Água Doce do Norte, você já havia se apresentado com Elias Vagner, e outros. Quando foi que você sentiu que seria o momento de buscar vôos mais altos para realizar o sonho?

Dhone Morais – Sempre senti que tinha que buscar algo mais precioso. Cantar com Trio Parada Dura e meu amigo Elias Vagner foi uma satisfação muito grande. Hoje continuo o trabalho que busco aqui. É o que eu queria. Desde de que eu vi em mim um artista e que poderia ser mais uma estrela no Brasil passei a investir mais em mim e a me dedicar mais a música. Minha vontade e sonhos sempre foram crescendo. Tive ajuda de amigos e fãs que foram surgindo me dando ainda mais força.

 

Claudio Caterinque – Você está trabalhando com uma equipe muito boa. Fale um pouco sobre os profissionais que estão lhe acompanhando na gravação do seu primeiro CD profissional. Você vai gravar com Alan e Alex e Bonde Forró.

Dhone Morais – Bonde do Forró e Alan e Alex são duplas confirmadas em meu novo trabalho.  Mas quem produz meu trabalho são profissionais altamente gabaritados como o maestro Cristiano Faria e o baixista Márcio Sacramento, que trabalham com a cantora Paula Fernades, e também Fábio Gonçalves que fez a maioria dos trabalhos do Eduardo Costa.

 

Claudio Caterinque – Parabéns pelo seu sucesso.

Dhone Morais – Eu agradeço Claudio Caterinque. Adorei a entrevista e espero que meus fãs gostem. Eles tiveram a oportunidade de conhecer um pouco mais da minha vida e de meus projetos.