Time foi campeão da Copa Espírito Santo em 2007 e não disputa um campeonato oficial desde 2010
Por Vitor Nicchio — Jaguaré, ES
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Fora das competições oficiais há 11 anos, o Jaguaré manifestou o desejo de retornar ao futebol profissional e está buscando conhecimento com seus futuros adversários. Na última semana, uma comitiva de dirigentes do Tricolor do Norte visitou a estrutura do Rio Branco VN para saber os segredos do clube, que enfrentou desafios parecidos.
Com a intenção de voltar forte, mas sem esperança de que dê tempo de participar da Copa Espírito Santo 2022, que começa em maio, o Jaguaré se prepara para a Série B do Estadual. Semifinalista do Campeonato Capixaba 2010, o Tricolor do Norte foi automaticamente rebaixado para a Segundona após desistir de disputar a elite capixaba, em 2011, e nunca mais voltou às competições oficiais.
Com o prefeito Marcos Guerra se recuperando de uma cirurgia devido a um câncer de próstata, o vice Elder Sossai exerce interinamente o cargo na Prefeitura de Jaguaré e conduzirá o projeto até o dia 3 de janeiro. O clube se espelha no Rio Branco VN, que ficou 17 anos longe do futebol profissional, entre 1999 e 2016, e conquistou o título mais importante de sua história assim que retornou (Campeonato Capixaba 2020).
– Eles são muito organizados com as coisas. Por isso, estivemos lá. Para poder conversar, dar uma olhada, copiar um pouco. Quando o modelo é bom a gente tem que copiar. […] Temos ideias sim. Tanto o prefeito, quanto eu temos vontade de ajudar e voltar o time ao futebol profissional porque temos um amador muito forte. Vamos dar todas as condições para poder seguir com o amador, mas também queremos o profissional no cenário nacional. – declarou ao ge.
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Estádio Conilon, em Jaguaré — Foto: Marcus Waiandt
Vice-campeão do Campeonato Capixaba e campeão da Copa Espírito Santo em 2007, o Jaguaré contou ao longo de sua história com nomes como os zagueiros Gil, do Corinthians, e Kanu, do Sampaio Corrêa, o meia Edinho e o lateral Vandinho, do Vitória-ES, o meia Ronicley, do Forte Rio Bananal, e os ex-jogadores Marcelo Pelé e Jymmy.
No ano em que completa 20 anos de existência, o time da Rainha do Conilon trabalha para reaver o cadastro cancelado junto a Federação de Futebol devido a uma série de anuidades não pagas – uma das formas de receitas da FES.
– Na verdade, eu estive em Venda Nova quinta-feira passada. Conversei um pouco com o pessoal lá para ter uma base. Faz tempo que a gente está fora do mercado da bola, para ver o que eles fazem diferente. Na volta passei, liguei para o Gustavo Vieira (presidente da FES) mas ele não estava lá. Conversei um pouco com o Raphael (Petinente). Assim que a Federação voltar do recesso, vou dar um pulo lá para ver se a gente coloca o Jaguaré na segunda divisão do ano que vem.

















