Condutor ignorou ordem de parada no domingo de Páscoa e bateu contra porta de vidro de unidade de ensino; veículo estava irregular
Uma perseguição policial terminou com dois feridos após uma motocicleta invadir o polo de uma faculdade em Pinheiros, no domingo de Páscoa.
De acordo com a Polícia Militar, uma equipe realizava patrulhamento no bairro Vila Nova, nas proximidades da “praça do posto”, quando identificou uma moto com placa irregular e dois ocupantes. Ao receber ordem de parada — com sinais sonoros e verbais — o condutor desobedeceu e iniciou fuga.
O acompanhamento seguiu pelo bairro Vila Nova, passou pelo Centro da cidade e terminou no fim da Avenida Agenor Luiz Heringer, já na entrada do bairro Canário.
Segundo a PM, durante todo o trajeto foram dadas diversas ordens de parada, que não foram atendidas. Ao tentar acessar a Rua Henrique Aires, o piloto perdeu o controle da motocicleta e colidiu contra a porta de vidro de um estabelecimento de ensino.
Com o impacto, a moto invadiu o local, causando danos à estrutura, além de avarias em móveis e equipamentos eletrônicos.
O condutor ficou ferido e foi socorrido pelo Samu/192 ao Hospital Estadual Dr. Roberto Silvares, em São Mateus. O passageiro sofreu cortes causados por estilhaços de vidro e uma luxação no ombro direito, sendo encaminhado para a mesma unidade.
Ainda segundo a PM, nenhum material ilícito foi encontrado. Apesar de não haver mandados de prisão em aberto, os envolvidos possuem registros anteriores por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo.
A motocicleta apresentava placa irregular — confeccionada em material plástico —, estava com o licenciamento atrasado e sem retrovisores. O veículo foi removido ao pátio, e um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) foi lavrado contra o condutor.
A Polícia Civil informou que não atuou na ocorrência, já que o TCO foi registrado pela própria Polícia Militar.
Segundo a versão da Polícia Militar, uma equipe realizava patrulhamento pelo bairro Vila Nova, próximo à chamada “praça do posto”, quando se deparou com uma motocicleta “com placa irregular circulando com dois ocupantes. Ao se aproximar do veículo e dar ordem de parada de forma verbal e também com os sinais sonoros, o piloto não obedeceu e fugiu, sendo iniciado acompanhamento no bairro Vila Nova, passando pelo Centro da cidade e terminando no final da Avenida Agenor Luiz Heringer, já na entrada do bairro Canário”, informou a PM, em nota.
Conforme a corporação, “durante todo o percurso, foram dadas diversas ordens de parada, porém não atendidas. Quando o condutor tentou realizar uma conversão para a Rua Henrique Aires, ele perdeu o controle da motocicleta e colidiu contra a porta de vidro de um estabelecimento de ensino. Com a colisão, a motocicleta invadiu o estabelecimento causando, além do dano na porta de vidro, avarias em mobílias de escritório e aparelhos eletrônicos”.
A PM explicou que o condutor ficou ferido e foi socorrido pelo Samu/192 ao Hospital Estadual Dr. Roberto Silvares, em São Mateus. “O passageiro teve pequenas lesões em diversas partes do corpo, resultantes dos pedaços de vidro, e uma luxação no ombro direito decorrente da colisão, sendo socorrido ao mesmo hospital. Contra nenhum dos envolvidos havia mandados de prisão expedidos, mas registros criminais por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. Nada de ilícito foi encontrado. A motocicleta, além da placa irregular, feita com impressão em plástico, estava com licenciamento atrasado e sem os retrovisores, razão pela qual foi removida para o pátio. Foi confeccionado TCO em desfavor do piloto”, informou a corporação.
A Polícia Civil comunicou que não atuou na referida ocorrência, uma vez que o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) foi lavrado pela própria Polícia Militar.
Quando a Polícia Militar lavra um TCO, não é necessário encaminhar o indivíduo à delegacia, pois trata-se de um crime de menor potencial ofensivo. O entendimento firmado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) é de que a lavratura do TCO é um ato administrativo de registro, e não um ato investigativo privativo da Polícia Civil.

















